Com isso, a produção estimada no pré-sal da Bacia de Santos dentro de seis anos deverá alcançar 1 milhão de barris diários de petróleo

Oferta dará à estatal os recursos necessários para explorar 5 bilhões de barris na camada do pré-sal

Santos – O avanço da exploração do pré-sal da Bacia de Santos deverá elevar o número de sistemas em operação no local dos atuais três para 19 frentes em 2017, das quais 17 sistemas definitivos. Com isso, a produção estimada no pré-sal da Bacia de Santos dentro de seis anos deverá alcançar 1 milhão de barris diários de petróleo, segundo o gerente geral da Unidade de Operações de Exploração e Produção da Bacia de Santos da Petrobras, José Luiz Marcusso. Somando também as operações no pós-sal, a capacidade total da Bacia de Santos deverá subir para aproximadamente 1,2 milhão de barris diários de petróleo. Ambas as projeções consideram a produção da Petrobras e de parceiros que também operam na região.

As operações no pré-sal da Bacia de Santos ao longo dos próximos anos serão compostas pelas atividades de cinco FPSOs (navios-plataformas), oito navios replicantes e quatro unidades em operação na área cedida pela União no acordo de cessão onerosa negociado no ano passado no processo de capitalização da Petrobras. O planejamento atual também inclui dois navios, que já realizam testes de longa duração (TLD) na região e serão responsáveis por um total de 20 TLDs até 2015. As atividades da Petrobras no pré-sal da Bacia de Santos são compostas atualmente por três sistemas, dos quais apenas um em definitivo, no campo de Lula (antigo Tupi). Outros quatro sistemas, voltados principalmente para a exploração de gás natural, também operam no pós-sal da região, totalizando sete sistemas em operação neste momento na Bacia de Santos.

As atividades em Lula ainda são restritas, com operação em um único poço. A capacidade no local é de 28 mil até 29 mil barris diários de petróleo, segundo Marcusso. O escoamento de gás atualmente está em 700 mil metros cúbicos diários e na sexta-feira passada a primeira molécula de gás natural do campo de Lula chegou a Caraguatatuba, de onde o insumo será distribuído para atender o sistema da estatal. A próxima etapa de exploração de Lula, realizada a partir do FPSO Cidade de Angra dos Reis, ocorrerá com a interligação de três outros poços a Lula, que deverá ocorrer até o final deste ano e resultar em capacidade para produzir até 80 mil barris de óleo por dia.

Ainda no pré-sal, a Petrobras opera dois navios plataformas focados em atividades de testes, chamados de Cidade de São Vicente e Dynamic Producer. O primeiro está produzindo em Lula Nordeste, em um total de 15 mil barris por dia – volume limitado devido a restrições à queima de gás. Já o FPSO Dynamic Producer testou Guará e está em movimentação para Carioca, um complexo situado ainda em território paulista. “A previsão é que em outubro já tenhamos produção do Dynamic Producer e segundo teste de longa duração dessa área, no caso Carioca”, explicou Marcusso, que participa nesta terça-feira do Fórum de Ciência e Tecnologia, Pesquisa e Inovação, Gás na Economia 2011, realizado em Santos (SP).

 

Fonte: http://exame.abril.com.br/negocios/empresas/noticias/petrobras-pre-sal-de-santos-tera-19-sistemas-em-2017–2

A Santos Brasil, empresa que opera o Terminal de Contêineres da Margem Esquerda do Porto de Santos (Tecon), ultrapassou a marca de 1 milhão de contêineres movimentados em 2011. No total, foram 1.001.87 contêineres, o que equivale a 1.529.32 TEUs (unidade referente a um contêiner de 20 pés). O resultado superou as expectativas da empresa para o ano.

Segundo dados da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), o desempenho da operadora possibilitou participação de 53% do mercado de contêineres cheios no Porto de Santos.  A previsão para 2012 é que o volume movimentado nos terminais em que opera fique entre 1.630 e 1.730 mil TEUs.

De acordo com o diretor executivo de relações com investidores da Santos Brasil, Marcos Tourinho, a forte expansão em 2011 foi impulsionada pelo alto desempenho operacional da companhia que, no ano passado, bateu seguidos recordes de produtividade operacional.

“Com uma média trimestral de 80 movimentos por hora (MPH), o Tecon Santos se consolida como o terminal de contêineres com maior produtividade no Brasil, chegando aos mesmos patamares de eficiência dos principais operadores de terminais de contêineres do mundo”, diz.

O cálculo da média mensal considera o MPH realizado em todas as embarcações no período de 30 dias. O Tecon Santos opera em média 100 navios de contêineres por mês.

Os investimentos realizados pela Santos Brasil em 2011 nas unidades de logística e nos terminais em que atua (Tecon Santos-SP, Tecon Imbituba-SC e Tecon Vila do Conde-PA) somaram R$ 196,7 milhões.

Fonte: A Tribuna

A primeira base paulista de apoio logístico à exploração da camada pré-sal da Bacia de Santos iniciará as atividades em julho próximo. O anúncio foi feito pela companhia italiana Saipem, responsável pelo empreendimento, ontem, durante solenidade de assinatura de um protocolo de intenções com a Secretaria de Energia do Estado de São Paulo, na sede da pasta, na Capital.

A unidade será erguida no antigo terreno da mineradora Nobara, no Centro Industrial e Naval de Guarujá (Cing), próximo à entrada do Porto de Santos, em frente à Ponta da Praia. E em uma primeira fase, irá armazenar e embarcar dutos submarinos para abastecer plataformas e sondas na costa.

O protocolo prevê a cooperação da pasta para a implantação da base em Guarujá. É o primeiro resultado concreto do esforço empreendido pelo Governo de São Paulo para vencer a concorrência de outros estados e atrair empreendimentos da cadeia de petróleo e gás.

Nesta primeira etapa, a Saipem investirá R$ 17 milhões para ocupar 92 mil metros quadrados da área. Também serão contratados 50 profissionais.

A instalação da unidade custará, no total, cerca de US$ 300 milhões (valor que inclui o preço pago na compra do terreno de 354 mil metros quadrados), liberados à medida que cada fase der resultados financeiros. Quando totalmente implantada, a base irá gerar 1.000 empregos.

O projeto tornou-se público em 10 de outubro passado, com a publicação de um comunicado ao mercado (fato relevante) pela Saipem.

Uma das grandes novidades do projeto é a parceria com a estatal Desenvolvimento Rodoviário S. A. (Dersa), do Governo do Estado, para a utilização das balsas que atualmente operam na travessia de carros entre Santos e Guarujá. Em um horário noturno e de menor movimento de veículos entre as duas cidades, as embarcações levarão caminhões carregados de Santos até a base da Saipem, utilizando uma nova rota (ainda não traçada) para o transporte de insumos.

Estas mercadorias – em um primeiro momento, fala-se apenas em dutos submarinos – depois serão embarcadas em navios de apoio (PSVs, na sigla em inglês), que as levarão até plataformas e sondas na costa.

Créditos: Carlos Nogueira

Área que pertencia à mineradora Nobara receberá a base de apoio e o centro de tecnologia da Saipem

O uso das balsas para o transporte de cargas, algo inédito na região, é necessário porque a Prefeitura de Guarujá proíbe a passagem de caminhões pela região do Cing, uma medida tomada para evitar distúrbios aos moradores dos bairros vizinhos. “Guarujá tem uma estrutura rodoviária não exatamente pensada para grandes indústrias naquela região”, disse o CEO da Saipem do Brasil, Giorgio Martelli.

O executivo lembrou que um terminal marítimo de contêineres havia sido projetado para o espaço, mas não foi construído justamente pela dificuldade de acesso. Martelli destacou que a configuração do projeto da Saipem “é diferente” do antigo plano de ocupação da área, porque tem característica de “pouca carga”. Questionado a respeito da quantidade a ser movimentada entre as margens, Martelli afirmou que o projeto “é incipiente” e, portanto, não dispõe desta informação.

O acordo com a Dersa está fechado, mas ainda não foi definida a nova rota das balsas, nem o horário preciso em que essas travessias ocorrerão – embora é mais provável que sejam realizadas entre 0 e 5 horas da madrugada, conforme apurou a Reportagem.

Para receber as balsas, a base contará com um atracadouro próprio, localizado, possivelmente, à margem do Rio do Meio, mesma passagem aquaviária usada para acesso às marinas do Cing.

Segundo Martelli, a utilização de um trecho pequeno do Rio do Meio demandará um estudo específico sobre o tráfego no local, onde predominam, atualmente, pequenas embarcações de pesca e de recreio.

Em entrevista recente a A Tribuna, o diretor de Planejamento da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Renato Barco, previa a possibilidade de utilização do modal aquaviário – e consequentemente, do canal do Porto de Santos – para abastecimento da base da Saipem, anunciada somente agora. E explicou que, se isso se confirmasse, a administradora porto de Santos pediria à firma italiana informações a respeito do empreendimento.

Segunda etapa

Está “em fase de conclusão” o estudo de viabilidade técnica e econômica para a implantação de um centro de tecnologia e construção offshore no terreno de Guarujá. A instalação integrará uma espécie de segunda etapa do projeto, dividindo espaço com a base logística. “Temos um time de 50 pessoas mobilizado em Guarujá para estes estudos”, explicou Giorgio Martelli.

Este centro ocupará 240 mil metros quadrados de área e abrirá 900 postos de trabalho. Será utilizado, especialmente, para pesquisas voltadas à atividade offshore e ações mais especializadas, ainda indefinidas.

Fonte: A Tribuna

A BKO pensou em um empreendimento baseado nos iglus, que são pensados e construídos de dentro para fora, respeitando a liberdade, praticidade e principalmente o conforto dos moradores.
O conceito presente no iGloo Santos já é campeão. Suas unidades construídas na Vila Olímpia, Alphaville e Curitiba foram sucesso absoluto de vendas e agora está ao alcance dos moradores de Santos.

Tecnologia (iGloo i connect), sustentabilidade (iGloo i save), personalização (iGloo i design) são algumas das vantagens destes apartamentos em Santos. Confira:

iGloo i connect

Estrutura voltada para a praticidade do morador aliada à tecnologia, com sistemas automatizados, como a iluminação e persianas nas unidades, cabeamento estruturado, Biometria e Wi-fi nas áreas comuns e tela touch screen nos halls sociais do térreo e subsolo.

iGloo i save

Pensado na sustentabilidade e visando um menor consumo de água e energia elétrica, bacia com sistema Dual Flux, iluminação com sensores de presença nos halls, janelas com dimensões maiores que as de mercado, visando um melhor aproveitamento da luz natural, depósito de lixo reciclável e óleo de cozinha.

iGloo i design

Personalização dos espaços, várias possibilidades de layout, incluindo para portadores de necessidades especiais, infra-estrutura para ar condicionado, além de itens adicionais como acabamentos, metais e louças.

Bairro da Pompeia em Santos

O empreendimento será construído no bairro do bairro da Pompeia, um dos mais tradicionais de Santos. A região é residencial e comercial, próximo a faculdades como a UNISANTOS, bons restaurantes, escolas, academias, Igreja Nossa Senhora da Pompeia, Orquidário, Museu do Surfe e a duas quadras da praia do José Menino.

Serão 104 unidades construídas em uma única torre e um terreno total de 1.198,52 m², com metragens variando entre 54 e 72m² nos apartamentos tipo e entre 64 e 110 m² nos apartamentos garden, 5 unidades por pavimento, 2 elevadores e 1 vaga por apartamento.

Área de lazer do iGloo:

Bangalô zen
Lounge de leitura
Lounge externo
Salão de festas
Salão de jogos
Espaço Gourmet
Piscina com lava pés e ducha
Solário
Sauna
Fitness

O iGloo ainda possui o BKOn Demand, alguns serviços opcionais para os aptos, dentre eles:
Concierge
Limpeza e arrumação residencial
Lavanderia
Massagem
Manutenção
Intranet
Serviços delivery cadastrados como pet shop, farmácia, videolocadoras, alimentos e padaria.

Mais informações:

Melinda-Abyara

(13)7809-8653 / 90*10925

Agência Brasil

A Marinha informou que a Capitania dos Portos do Rio de Janeiro instaurou inquérito administrativo para apurar o vazamento de óleo na região da Bacia de Santos. A conclusão do inquérito deve ser divulgada em até 90 dias. De acordo com a Marinha, foi enviada ao local a fragata Niterói, com um helicóptero a bordo, para verificar as ações executadas na área.A ideia, segundo a Marinha, é observar a extensão da mancha de óleo, fazendo registros em filmadora e máquina fotográfica. Um grupo de acompanhamento monitora as operações na região e avalia as ações da Petrobras.

De acordo com a Marinha, a Petrobras informou sobre o incidente na coluna de produção do navio-plataforma FPWSO Dynamic Producer, localizado na Bacia de Santos a cerca de 300 quilômetros da costa do estado de São Paulo, nesta terça-feira pela manhã.

Além disso, técnicos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) farão nesta quarta um sobrevoo na região da Bacia Santos para verificar a dimensão do vazamento de petróleo cru na área. Especialistas do Ibama foram enviados para acompanhar as operações de urgência feitas pela Petrobras em Macaé.

Dados preliminares indicam que houve uma ruptura do equipamento chamado riser, que conecta a plataforma ao poço no fundo do mar, liberando 33 metros cúbicos de petróleo cru no mar. Essa é a primeira análise feita pelos peritos.

Um plano de emergência, executado pela Petrobras, foi acionado para conter o vazamento por meio de duas embarcações de atendimento. De acordo com o Ibama, as atividades no local estão suspensas, e a empresa só poderá retomar o trabalho, depois de autorização do instituto. Segundo a Petrobras, o poço foi fechado automaticamente após o rompimento, com estimativa de vazamento de 160 barris. A empresa estima que o óleo derramado não alcançará a costa.

Os novos contratos de aluguel residencial na cidade de São Paulo encerraram o ano de 2011 com alta acumulada de 18,48%, bem acima da correção acumulada no período pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), que rege a maior parte dos contratos de locação em andamento, segundo pesquisa do Sindicato da Habitação (Secovi-SP).

No ano, o reajuste pelo IGP-M ficou em 5,10%. “A demanda por imóveis para alugar está muito aquecida, inflacionando o valor da locação nova”, explica em nota o vice-presidente de Gestão Patrimonial e Locação do sindicato, Francisco Crestana.

Segundo o levantamento do Departamento de Economia e Estatística da entidade, em dezembro, os aluguéis residenciais contratados mês trouxeram aumento médio de 0,8% ante o mês imediatamente anterior.

No mês, imóveis de dois dormitórios apresentaram o maior aumento médio: 1,4%. Já a locação nova de residências com três dormitórios ficou 1% mais cara no período. O levantamento indica ainda que casas e sobrados vagos foram alugados com maior velocidade do que os apartamentos no último mês do ano.

Fonte: http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=134186&idDepartamento=9&idCategoria=0

 

A maior parte das descobertas foram feitas no mar, nas bacias de Campos e Santos, onde se localizam as maiores reservas nacionais.

Rio de Janeiro – Sete petroleiras comunicaram à Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a descoberta de indícios de hidrocarbonetos no Brasil neste início de 2012. Petrobras, Shell, Repsol, OGX , Galp, Anadarko e Sonangol disseram ter encontrado petróleo e/ou gás em 12 poços, localizados tanto em terra quanto em mar.

A maior parte das descobertas foram feitas no mar, nas bacias de Campos e Santos, onde se localizam as maiores reservas nacionais. Mas também foram constatadas evidências em terra, na bacia Potiguar (RN) e em Jandaia, Carmópolis e Fazenda São Jorge, todas pela Petrobras.

A maioria destas descobertas não foi oficialmente anunciada pelas empresas por se tratar apenas de indícios, uma fase inicial do processo que pode, eventualmente, chegar à declaração de comercialidade. Por este mesmo motivo as empresas se recusaram a comentar as descobertas. Mas as companhias são obrigadas a comunicar à agência reguladora estas informações.

Há poucos dias, tanto a Shell como a Petrobras e a OGX comunicaram oficialmente ao mercado a descoberta de poços com indícios de petróleo e/ou gás. A Shell informou evidências de óleo no bloco BM-S-54, na bacia de Santos, que fica a aproximadamente 200 Km da costa do Rio de Janeiro.

Em comunicado, a companhia afirmou que deve concluir as operações nas próximas semanas e irá avaliar os resultados para determinar o potencial das atividades futuras. A Shell é operadora da concessão, com 80 por cento de participação, e a francesa Total possui os 20 por cento restantes. A OGX, petrolífera do empresário Eike Batista, informou ter encontrado hidrocarbonetos no poço pioneiro OGX-63 em águas rasas da Bacia de Santos.

A empresa não especificou se tratava-se de gás ou óleo. O poço fica no bloco BM-S-57, em que a companhia tem 100 por cento de participação. Já a Petrobras anunciou oficialmente há três semanas a descoberta de óleo leve no campo de Golfinho, no poço chamado preliminarmente de Tabuatá. Mas além desta descoberta, a estatal informou à ANP que encontrou evidências de hidrocarbonetos em outros cinco poços em terra e mar no mês de janeiro.

A Anadarko Petroleum, companhia que está vendendo seus ativos no Brasil, encontrou evidências de petróleo em Itaúna, no bloco C-M-202, na bacia de Campos, segundo a ANP. A angolana Sonangol Starfish também anunciou a descoberta de petróleo no pré-sal da bacia de Campos, no bloco C-M-622, no litoral do Brasil, em um poço denominado Gaivota.

Fonte: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/energia/noticias/sete-empresas-encontram-indicios-de-petroleo-no-brasil-em-2012-2

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